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A decisão de fazer investimento de capital é parte de um processo que envolve a geração e avaliação das diversas alternativas que atendam às especificações técnicas do investimento (SANTOS, 2006). Para Casarotto (1985), os investimentos precisam ser analisados de acordo com critérios financeiros, os quais mostrarão os efeitos do projeto na situação financeira da empresa.
Um investimento, para qualquer empresa, é um desembolso feito visando gerar um fluxo de caixa de benefícios futuros, usualmente superior a um ano. Para Gitman (2004, p. 303), os investimentos de longo prazo representam gastos substanciais de fundos que comprometem uma empresa com determinada linha de ação. O processo de realização deste chamado “gasto operacional” compreende cinco etapas distintas:
1. Geração de propostas. As propostas são feitas em todos os níveis da
organização e revistas pelo financeiro.
2. Revisão e análise. Compreende a revisão e análise formal para
verificar a adequação de propostas e sua viabilidade econômica.
3. Tomada de decisão. Compreende o gasto de capital com base em
limites de valor monetário.
4. Implantação. Após a aprovação, os gastos são realizados e os projetos
implantados.
5. Acompanhamento. Os resultados são acompanhados, os custos e os
benefícios efetivos são comparados aos que eram esperados e realizam-se
intervenções quando necessário .
A análise de investimentos de capital é uma técnica econômico-financeira que serve para
mensurar a viabilidade de projetos nos mais diversos setores da economia. É a partir dela que
os gestores, os investidores e as instituições de crédito terão subsídios para tomar a decisão de
investir e/ou fornecer crédito.
Para se determinar a implantação de um projeto de investimento, deve-se
primeiramente conhecer os métodos para sua avaliação, que levem em consideração o efeito
do risco sobre o valor do projeto (PEDRAZZI, 2009). Os métodos mais difundidos pelos
autores da área financeira para essa avaliação são: Valor Presente Liquido (VPL), Taxa
Interna de Retorno (TIR), Período de Payback descontado, Fluxo de Caixa e Retorno Contábil. Entretanto, independente do método a ser adotado, é necessário que o analista tenha algumas informações minimas para realizar a avaliação.
INFORMAÇÕES MÍNIMAS PARA AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS
O processo de avaliação de investimentos demanda uma série de informações financeiras, enunciadas segundo diversos critérios. Da mesma forma, diferentes estados de mercado e da economia interferem nos critérios de análise de investimentos.
As informações mínimas necessárias são descritas, em seus aspectos essenciais, a seguir.
a) Fluxo de Caixa Líquido
A avaliação de investimento é executada a partir de fluxo líquido de caixa, medido, para cada período do intervalo de tempo, pela diferença entre os fluxos de entrada e os de saída de caixa.
Nestes fluxos são computadas somente os movimentos efetivos de recursos, com reflexos financeiros sobre o caixa, desprezando-se receitas e despesas de natureza eminentemente contábil (depreciação, amortização, reavaliação patrimonial, entre outros resultados que não são pagos ou recebidos em termos de caixa). Lembrando que os fluxos de caixa podem ser cronologicamente independentes,· perfeitamente correlacionados ou terem uma correlação intermediária entre estes
dois extremos.
A análise de investimento é processada com base em fluxos de caixa, sendo o dimensionamento desses valores considerado como o aspecto mais importante da decisão. A representatividade dos resultados de um investimento é bastante dependente do rigor e confiabilidade com que os fluxos de caixa foram estimados.
A decisão de se avaliar projetos de investimento com base nos resultados de caixa, e não a partir do lucro, é devida a uma necessidade econômica, revelando a efetiva capacidade da empresa em remunerar o capital aplicado e reinvestir os benefícios gerados.
b) Valores Incrementais
Os fluxos de caixa são computados em seus valores incrementais, ou sejam, pelos fluxos de entrada e saída de caixa que se originam da decisão de investimento em consideração. Isto equivale a concluir que, inexistindo o investimento, os fluxos de caixa atribuíveis à proposta deixam de existir.
O fluxo de caixa incremental adotado como modelo básico na análise de investimento apresenta-se genericamente com a seguinte estrutura:
FC = [ Δ ROP - IR (Δ ROP)] + Δ DND
FC = Δ ROP x (1 - IR) + Δ DND
onde:
Δ FC = Fluxo de caixa incremental;
Δ ROP = resultado operacional incremental;
IR = alíquota de imposto de renda aplicável sobre o resultado operacional incremental;
Δ DND = despesas não desembolsáveis incrementais (depreciação, basicamente)
c) Taxa Mínima de Atratividade
Na seleção de investimento é necessária a definição prévia da taxa de retorno exigida, isto é, a taxa de atratividade econômica do projeto.
Ao se trabalhar com métodos de fluxo de caixa descontado, a taxa de atratividade constitui-se no parâmetro de avaliação dos projetos, a meta econômica mínima a ser alcançada.
No método do valor presente liquido, a taxa de atratividade é o percentual de desconto dos fluxos de caixa. Sendo o valor presente das entradas menos o das saídas de caixa positivo, há indicação técnica de aceitação do investimento. Em caso contrário, deve ser rejeitado.
No método da taxa interna de retorno, a taxa de atratividade é comparada com o retorno calculado, indicando aceitação quando esta última for, pelo menos, igual à taxa de desconto utilizada.
4) Outras Informações
Outras informações a respeito do processo de investimento devem ser levadas em consideração na análise.
A decisão da implantação de
um projeto deve, pois, considerar:
a) Critérios econômicos: rentabilidade do investimento;
b) Critérios financeiros: disponibilidade dos recursos;
c) Critérios imponderáveis: fatores não conversíveis em dinheiro;
d) origens das propostas: expansão, lançamento de novos produtos, modernização, relocalização, etc.;
e) tipos de investimentos/projetos: independentes, economicamente dependentes, mutuamente excludentes, restrições orçamentárias.
É preciso levar em conta, ainda, os aspectos de risco inerentes a todo projeto. Como os investimentos são decisões tomadas fundamentalmente em relação ao futuro, é sempre necessário que se inclua unia avaliação do risco no estudo da viabilidade econômica. Por exemplo, os fluxos de caixa definidos para as decisões de investimento são valores previstos de ocorrer ao longo de determinado período de tempo futuro, estando associados, evidentemente, às incertezas inerentes às previsões.
Avaliando o risco em investimentos
Existem diversos métodos de Matemática e Estatística usada para se avaliar o risco de um investimento, buscando todos eles conhecer a probabilidade de ocorrência de determinado estado de natureza e seus resultados. Algumas técnicas e métodos bastante adotados são: Medidas Estatísticas de Dispersão, Distribuição de Probabilidades, Método de Monte Carlo, Árvores de Decisão (adotada em decisões sequenciais), Simulação etc.
Muitas vezes, a unidade decisorial adota, de maneira mais simplificada, o incremento da taxa de retorno exigida do investimento como critério de avaliação de risco. Dependendo de certas circunstâncias, esta medida nem sempre é adequada.
A moderna teoria de Finanças vem incorporando, nas decisões de investimento em condições de risco, o método do CAPM -"Capital Asset Pricing Model", ou Modelo de Precificacão de Ativos. O CAPM, em essência, define a remuneração pelo risco através da taxa adotada pelo mercado.
Dentro da influência da inflação sobre a análise de investimento, a sua inclusão é tratada na definição da taxa de desconto a ser utilizada na avaliação dos benefícios e, mais intensamente, sobre os resultados de caixa gerados no tempo.
Diante do exposto, os fluxos de caixa das alternativas de investimento podem se apresentar expressos sob diferentes formas:
Fluxos de Caixa Nominais - encontram-se expressos em valores correntes da época de sua ocorrência;
Fluxos de Caixa Constantes - os valores apresentam o mesmo poder de compra, ou seja, estão referenciados em moeda de mesma capacidade aquisitiva;
Fluxos de Caixa Descontados - Os valores encontram-se todos atualizados para a data presente através de uma taxa de desconto definida para o investimento.
Técnicas de análise de investimento de
capital
As técnicas de análise de investimento de
capital são usadas para selecionar projetos que justifiquem o dispêndio de
capital.
Payback
É o período de
tempo necessário para recuperação do investimento inicial, a partir das
entradas de caixa. É relativamente simples e seu uso é bastante difundido.
Entretanto, é visto como uma técnica não sofisticada, pois não leva em
consideração o valor do dinheiro no tempo.
Para Gitman (2004), o payback é amplamente utilizado por empresas de grande porte para avaliar projetos pequenos, e por empresas de pequeno porte para avaliar a maioria de seus projetos. Esse fato decorre de sua simplicidade de cálculo e de sua natureza intuitiva. Quanto menor o prazo de recuperação do investimento, menor a exposição da empresa ao risco.
Exemplo 1: cálculo do payback
projeto
A
|
projeto
B
|
|
investimento
inicial
|
42.000
|
45.000
|
ano
|
entradas de caixa
|
|
1
|
14.000
|
28.000
|
2
|
14.000
|
12.000
|
3
|
14.000
|
10.000
|
4
|
14.000
|
10.000
|
5
|
14.000
|
10.000
|
payback
|
3,0
anos
|
2,5
anos
|
O
projeto A, que é uma anuidade, apresenta período de payback de 3 anos – $42.000 / $14.000. Já no projeto B, que é uma
série mista de entrada de caixa, o payback
é de 2,5 anos. Nesse caso, as entradas de caixa são acumuladas até a
recuperação do investimento inicial – $28.000 + $12.000 + $10.000. Se o período
de payback máximo aceitável pela
empresa for de 2,75 anos, o projeto A deve ser rejeitado.
Quadro 1: vantagens
e desvantagens do payback
payback
|
|
vantagens
|
desvantagens
|
facilidade de
cálculo
|
necessidade de se
estabelecer um período máximo aceitável
|
considera os
fluxos de caixa ao invés do lucro
|
não considera os
fluxos de caixa após o período de payback
|
Valor
presente líquido – VPL
O valor presente
líquido de um fluxo de caixa é o valor monetário do ponto zero da escala do
tempo, que é equivalente à soma de suas parcelas futuras, descontadas para o
ponto zero, com uma determinada taxa de juros.
Gitman (2004) afirma que se trata de uma
técnica sofisticada de orçamento de capital, por considerar o valor do dinheiro no tempo, ao contrário do payback. Isso significa que ele considera o montante de retorno periódico como
variável na seleção do projeto.

Exemplo 2:
Considerando os
dados do exemplo 1 e uma taxa de desconto de 10%, o valor presente líquido dos
projetos pode ser expresso da seguinte forma:
Projeto
A
{[(14.000 x (1,10)-1 ) +
(14.000 x (1,10)-2) + ... + (14.000 x (1,10)-5)] – 42.000}= $11.071
Projeto
B
{[(28.000 x (1,10)-1 ) +
(12.000 x (1,10)-2) + (10.000 x (1,10)-3) + ... + (10.000 x (1,10)-5)] –
45.000}= $10.924
Ambos os projetos
são aceitáveis, pois apresentam o VPL maior que zero; porém, o projeto A deverá
ser classificado como superior ao B.
Quadro 2: vantagens
e desvantagens do VPL
valor
presente líquido – VPL
|
|
vantagens
|
desvantagens
|
informa se o
projeto de investimento aumentará o valor da empresa
|
é preciso
conhecer K
|
considera o valor
do dinheiro no tempo
|
resposta em valor
monetário – é difícil, por exemplo, responder se é melhor investir $100 para
um VPL de $5 ou investir $10 para um VPL de $3.
|
Taxa interna de
retorno – TIR
A taxa interna de
retorno de um fluxo de caixa é a taxa de desconto que faz seu valor presente
líquido ser igual a zero. Quando superior ao custo do capital investido – K –,
o projeto deve ser aceito.

Exemplo 3: cálculo
da TIR
ano
|
fluxo
de caixa
|
VPL
|
0
|
(45.000)
|
(45.000)
|
1
|
28.000
|
23.017
|
2
|
12.000
|
8.109
|
3
|
10.000
|
5.555
|
4
|
10.000
|
4.566
|
5
|
10.000
|
3.753
|
para
TIR = 21,65%, VPL =
|
0
|
|
De acordo com o
fluxo de caixa acima, determinamos que para VPL igual a zero, o valor de K é
21,65%. Se o custo de capital desse projeto for de 13%, o mesmo deve ser
aceito, já que a TIR é superior ao custo de capital.
Métodos para
avaliação do risco de um projeto de investimento
Normalmente,
as técnicas de avaliação de projetos apresentadas são determinísticas, isto é,
espera-se que os valores projetados realmente ocorram.
Um método útil que
fornece informações sobre o comportamento de parâmetros individuais do cálculo
da rentabilidade do investimento é a análise de sensibilidade, que é uma
abordagem comportamental que utiliza inúmeros valores possíveis para uma dada
variável, tal como entrada de caixa, para avaliar seu impacto no retorno da
empresa. Esse tipo de análise auxilia nas decisões de investimento, pois
possibilita uma noção de variabilidade do retorno em resposta a mudanças na
variável principal.
Exemplo 4: análise
de sensibilidade
projeto
A
|
projeto
B
|
|
investimento
inicial
|
10.000
|
10.000
|
entradas
de caixa
|
||
estimativa
|
||
pessimista
|
1.500
|
0
|
mais provável
|
2.000
|
2.000
|
otimista
|
2.500
|
4.000
|
amplitude
|
1.000
|
4.000
|
valores
presentes líquidos – K=10%
|
||
estimativa
|
||
pessimista
|
1.409
|
-10.000
|
mais provável
|
5.212
|
5.212
|
otimista
|
9.015
|
20.424
|
amplitude
|
7.606
|
30.424
|
Comparando
as amplitudes dos projetos em termos de entradas de caixa quanto em valores
presentes líquidos, percebemos claramente que o projeto B é mais arriscado que
o A, dada sua dispersão.
Para avaliar o
risco de um projeto, a informação necessária é a distribuição de probabilidade
dos resultados possíveis do investimento, para isso utilizaremos dois métodos
de estimativa de probabilidade, um analítico e outro empírico.
Método
analítico: o método de Hillier
O método de Hillier (1963) parte da constatação de que é possível, a partir de certas hipóteses sobre a
natureza dos fluxos de caixa associados a um projeto de investimento e sobre a
forma de suas relações recíprocas, calcular as características da distribuição
dos resultados possíveis desse projeto.
Das suas vantagens, colocamos ênfase no fato de fornecer
dados sobre as variáveis determinantes do risco do projeto
e na facilidade da sua utilização, em contraponto à ferramenta
da simulação
Hillier identifica
três casos típicos de correlação entre os fluxos de caixa de um projeto...
·
fluxos de caixas mutuamente
independentes;
·
fluxos de caixas perfeitamente
correlacionados entre si;
·
fluxos de caixa de natureza
intermediária, nem perfeitamente independentes e nem perfeitamente
correlacionados.
As
críticas em relação a esse método são a dificuldade em obter as informações
necessárias a sua utilização e as hipóteses muito restritivas para representar
os problemas reais.
Suponhamos que estamos a considerar um projeto de
expansão de uma determinada linha de produção. Se a expansão
ocorrer, é esperada a série de cash flows CF0
, CF1
, ...,
CFn
, correspondentes aos períodos 0, 1, ..., n. Estes cash
flows não são conhecidos com certeza, são variáveis aleatórias, o que significa que variam com a conjuntura econômica.
Se tivermos uma estimativa da distribuição de densidade
dos cash flows, CFjt, em cada ano t, e a respectiva probabilidade
Pjt, isto é a probabilidade associada à realização
do cash flow j no ano t, as fórmulas permitem calcular o valor esperado do cash flow em cada
período (utilzando o somatório de CF x probabilidade) e o respectivo desvio padrão.
No caso de investimentos mutuamente excludentes,
aquele a que corresponder o maior valor esperado será
naturalmente o preferido.
Método empírico: o método
de Hertz
Em 1964, Hertz apresentou um modelo
de simulação para se obter a distribuição total
de probabilidades (aproximada) do resultado
final (VPL, T'IR, etc.) de um investimento.
O método de Hertz consiste em:
a) estimar a faixa de valores para
cada um dos fatores (p. ex., faixa
de preços de venda, taxa de crescimento de vendas, etc.) e dentro daquela faixa a probabilidade
de ocorrência de cada valor.
b) das distribuições de valores, selecionar
aleatoriamente um valor para cada fator. Combinar os valores selecionados de cada fator
e calcular o resultado final (VPL,
TIR, etc.). Caso haja dependência de fatores, isto deveria ser levado
em conta pela seleção conjunta
dos fatores dependentes (p. ex.,
volume de vendas e preço de venda).
c) repetir o passo b) um determinado número de vezes (quanto maior este
número, melhor seria precisão
obtida)·.
O resultado desta simulação sera - uma
série de valores de VPL (ou TIR, etc.), que representam
uma amostragem da real distribuição de
probabilidades do VPL.
Hillier e Liberman (1995) indicam que o primeiro passo para a realização de uma simulação é
o desenvolvimento de um modelo que represente o sistema a ser investigado. O nível de
rentabilidade de um projeto deve ser avaliado levando-se em consideração as
seguintes variáveis...
·
o atual tamanho do mercado , Mo;
·
a taxa anual de crescimento desse
mercado, g;
·
a participação da firma nesse mercado,
MS;
·
o preço do produto, P;
·
o investimento inicial do projeto, Io;
·
os custos operacionais variáveis, V;
·
as despesas com publicidade e promoção
de vendas associadas ao lançamento do produto, F;
·
a vida econômica do investimento
realizado, T;
·
o valor residual do investimento
realizado ao final de sua vida econômica, ST.
No caso dos
projetos serem avaliados pelo valor presente líquido, é possível formular o
problema da seguinte forma...

onde...
A avaliação de tal projeto requer a estimativa de cada
uma das variáveis que influenciam a rentabilidade potencial.
A importância desse
método é que ele possibilita levar em consideração tantas combinações de
variáveis quantas forem necessárias para termos uma ideia precisa da
distribuição de um projeto de investimento e sua importância relativa.
Existem vários métodos de simulação e um deles é conhecido como método de Monte Carlo
que, de acordo com Prado (2004), consiste em “uma maneira de se transformar um conjunto
de números aleatórios em outro conjunto de números (variáveis aleatórias), com a mesma
distribuição da variável considerada”. Geralmente, a técnica de
simulação de Monte Carlo requer o uso de números aleatórios, os quais podem ser criados com o auxílio de
computador, por exemplo, o R, Stata, e Excell possibilitam a geração de números aleatórios.
[...]
REFERÊNCIAS
CASAROTTO, F. N. Análise de investimentos: matemática financeira Engenharia
Econômica e tomada de decisão. Florianópolis: Editora da UFSC, 1985.
CASAROTTO FILHO, N.; KOPITTKE, B. H. Análise de
investimentos. São Paulo: Atlas, 1998.
ROSS, A.S.; WESTERFIELD, R.W.; JORDAN, B.D. Princípios
de administração financeira, tradução de A. Z. Sanvicente. São
Paulo: Atlas, 1998.
Hillier, F. S. (1963), The Derivation of Probabilistic Information for the Evaluation
of Risky Investments, Management Science, vol. 9, no. 3, pp. 443-457.
HILLIER, F. S. & LIEBERMAN, G. J. Introduction to Operations Research. New York: McGraw Hill, 1995.
Hillier, F. S. (1969), The Evaluation of Risky Interrelated Investments, North-Holland
Pub. Co., Amsterdam.
PRADO, D. Teoria das Filas e da Simulação, 2 ed. Minas Gerais: INDG, 2004

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