AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE TECNOLOGIAS DE SAÚDE (ATS)
A farmacoeconomia é a aplicação
da economia ao estudo dos medicamentos com
a otimização da utilização de recursos financeiros sem
prejuízo à qualidade do tratamento. Em outras palavras,
é a descrição, a análise e a comparação dos custos e das
consequências de terapias medicamentosas para os pacientes,
os sistemas de saúde e a sociedade, com o objetivo
de conciliar as necessidades terapêuticas com as
possibilidades de custeio de forma a promover a eficiência dos gastos nos sistemas de saúde. O termo mais amplamente utilizado no meio acadêmico é avaliação econômica de tecnologias de saúde, isto porque as técnicas de avaliação são utilizadas para avaliar medicamentos, procedimentos médicos, serviços de saúde, dispositivos médicos, testes diagnósticos.
No Brasil, a área de avaliação econômica de tecnologias de saúde é carente de profissionais qualificados e existe uma crescente demanda por eles. Diversas reportagens da revista Veja e Revista Exame tem mostrado que há escassez de profissionais na área de farmacoeconomia e que a remuneração é elevada nesta área. Além disto, no site do International Health Economics Association há sempre muitos anúncios de vagas de empregos nesta área. Contudo, para atuar nesta área é necessário que o profissional tenha conhecimentos básicos sobre farmacoeconomia.
No Brasil, a área de avaliação econômica de tecnologias de saúde é carente de profissionais qualificados e existe uma crescente demanda por eles. Diversas reportagens da revista Veja e Revista Exame tem mostrado que há escassez de profissionais na área de farmacoeconomia e que a remuneração é elevada nesta área. Além disto, no site do International Health Economics Association há sempre muitos anúncios de vagas de empregos nesta área. Contudo, para atuar nesta área é necessário que o profissional tenha conhecimentos básicos sobre farmacoeconomia.
Para que serve a FARMACOECONOMIA/ATS?
Os estudos farmacoeconômicos auxiliam no delineamento de ensaios clínicos, definição de estratégias de marketing, e acesso ao mercado, auxiliam a precificação de medicamentos, de preços, na inclusão de medicamentos em formulários e recomendações terapêuticas.
1. Financiamento público de medicamentos: Para
subsidiar a tomada de decisão na aquisição de novas tecnologias, a Avaliação de
Tecnologias em Saúde (ATS) pode ser definida como o processo abrangente que
avalia os impactos clínicos, sociais e econômicos da utilização das tecnologias
em saúde, emergentes ou já existentes, desde a pesquisa e o desenvolvimento até
a obsolescência. Para isso, investigam-se as implicações médicas, econômicas,
sociais e éticas para desenvolvimento, difusão e uso de tecnologia em saúde
através de indicadores como efetividade, segurança, custos e custo-efetividade
das tecnologias, entre outros.
2. Em alguns países, como Austrália e Canadá, a autorização de comercialização de novos medicamentos está condicionada à apresentação de resultados farmacoeconômicos.
3. Para fixação do preço de medicamentos, cada vez mais, são incorporados resultados de estudos farmacoeconômicos, com a finalidade de situar o valor terapêutico do medicamento justificando o seu preço no mercado.
4. Suporte nas decisões de investigar e desenvolver novos medicamentos: análises preliminares podem indicar se valerá a pena investir anos de pesquisa no lançamento de um novo produto se o mesmo não puder representar um benefício clínico ou econômico real.
5. Suporte na decisão de incorporar medicamentos nos guias farmacoterápicos

2. Em alguns países, como Austrália e Canadá, a autorização de comercialização de novos medicamentos está condicionada à apresentação de resultados farmacoeconômicos.
3. Para fixação do preço de medicamentos, cada vez mais, são incorporados resultados de estudos farmacoeconômicos, com a finalidade de situar o valor terapêutico do medicamento justificando o seu preço no mercado.
4. Suporte nas decisões de investigar e desenvolver novos medicamentos: análises preliminares podem indicar se valerá a pena investir anos de pesquisa no lançamento de um novo produto se o mesmo não puder representar um benefício clínico ou econômico real.
5. Suporte na decisão de incorporar medicamentos nos guias farmacoterápicos

O que se pode avaliar em ATS?
- um
tratamento cirúrgico;
- um
tratamento farmacológico;
- uma
estratégia terapêutica;
- um meio diagnóstico
Farmacoeconomia
na sua vida
Para que um novo medicamento
seja disponibilizado no mercado é necessário que o fabricante demonstre a sua
eficácia e segurança, através de ensaios clínicos controlados. Entretanto, para
a definição de preço de medicamento e decisão de incorporação ou reembolso
por um sistema de saúde é necessário também que seja demonstrado o seu
valor econômico.
A indústria farmacêutica
utiliza as ferramentas de farmacoeconomia em todas as fases de desenvolvimento de novos medicamentos, para delinear ensaios clínicos,
analisar a sua viabilidade econômica, e
definir estratégias de precificação e acesso ao mercado. Agências reguladoras
de medicamentos e gestores de sistemas de saúde utilizam as ferramentas de
farmacoeconomia para decidir sobre a incorporação de novas opções de tratamento.
O Ministério da Saúde do Brasil, assim como o de muitos outros países,
utiliza as ferramentas de farmacoeconomia para embasar as suas decisões sobre
os medicamentos que serão disponibilizados à população. Assim, a
farmacoeconomia está presente em sua vida, mesmo que você nunca tenha ouvido
esta palavra.
Na literatura, o termo farmacoeconomia surgiu em 1986 no trabalho de Towsend, intitulado "Post-marketing drug research and development". Entretanto, os aspectos econômicos dos medicamentos são utilizados desde a década de 1970. O trabalho realizado por sanitaristas da CEME (Central de Medicamentos) ganhou relevância mundial, e os conceitos desenvolvidos pelos brasileiros foram difundidos pela Organização Mundial de Saúde, a partir de 1976, para a definição de listas de medicamentos prioritários. Assim, as primeiras listas de medicamentos essenciais podem ser consideradas como marco inicial da farmacoeconomia, pois, embora ainda de modo empírico, eram comparados benefícios, riscos e custos de tratamentos. Em 1992 surgiu o principal periódico da área, o Pharmacoeconomics. Em 1995, foi fundada a International Society for Pharmacoeconomics andOutcomes Research, que foi decisiva na implementação da farmacoeconomia como especialidade científica.
Na literatura, o termo farmacoeconomia surgiu em 1986 no trabalho de Towsend, intitulado "Post-marketing drug research and development". Entretanto, os aspectos econômicos dos medicamentos são utilizados desde a década de 1970. O trabalho realizado por sanitaristas da CEME (Central de Medicamentos) ganhou relevância mundial, e os conceitos desenvolvidos pelos brasileiros foram difundidos pela Organização Mundial de Saúde, a partir de 1976, para a definição de listas de medicamentos prioritários. Assim, as primeiras listas de medicamentos essenciais podem ser consideradas como marco inicial da farmacoeconomia, pois, embora ainda de modo empírico, eram comparados benefícios, riscos e custos de tratamentos. Em 1992 surgiu o principal periódico da área, o Pharmacoeconomics. Em 1995, foi fundada a International Society for Pharmacoeconomics andOutcomes Research, que foi decisiva na implementação da farmacoeconomia como especialidade científica.
O que você
precisa saber:
A área de avaliação econômica de tecnologias de saúde demanda profissionais altamente capacitados e que tenham uma ampla e sólida formação acadêmica. Para atuar nesta área do conhecimento, além de dominar as técnicas de avaliação econômica de tecnologias de saúde, o profissional deve ter noções elementares de economia e marketing, economia da saúde, regulação de mercado, ética, epidemiologia, estatística. O conhecimento de econometria também pode ser útil ao profissional, pois esta, recentemente, tem sido utilizada na avaliação de ensaios clínicos e ATS, especialmente na avaliação dos custos de tratamentos.
Infelizmente, no Brasil são escassos cursos de graduação e pós-graduação que ofereçam em sua grade curricular disciplinas que abordem todos estes assuntos. Assim, caso você deseje atuar nesta área, é necessário complementar a sua formação através de cursos de extensão. Entretanto, nos últimos anos, dada a crescente demanda por farmacoeconomistas, no Brasil e exterior, várias universidades e empresas tem oferecido cursos nesta área. Contudo, muitos destes cursos têm objetivos mercantilistas, são de baixa qualidade, e custam pouco. Assim, seja cauteloso na seleção do local onde fará a sua capacitação. No exterior os cursos de ATS, com duração de 2 a 5 dias, custam mais de 1.000 euros. Além disto, o participante desembolsa um alto valor para hospedagem, transporte, e alimentação. O mesmo conteúdo que nossa equipe ministra no exterior também é oferecido nos cursos que ofertamos no Brasil.
A área de avaliação econômica de tecnologias de saúde demanda profissionais altamente capacitados e que tenham uma ampla e sólida formação acadêmica. Para atuar nesta área do conhecimento, além de dominar as técnicas de avaliação econômica de tecnologias de saúde, o profissional deve ter noções elementares de economia e marketing, economia da saúde, regulação de mercado, ética, epidemiologia, estatística. O conhecimento de econometria também pode ser útil ao profissional, pois esta, recentemente, tem sido utilizada na avaliação de ensaios clínicos e ATS, especialmente na avaliação dos custos de tratamentos.
Infelizmente, no Brasil são escassos cursos de graduação e pós-graduação que ofereçam em sua grade curricular disciplinas que abordem todos estes assuntos. Assim, caso você deseje atuar nesta área, é necessário complementar a sua formação através de cursos de extensão. Entretanto, nos últimos anos, dada a crescente demanda por farmacoeconomistas, no Brasil e exterior, várias universidades e empresas tem oferecido cursos nesta área. Contudo, muitos destes cursos têm objetivos mercantilistas, são de baixa qualidade, e custam pouco. Assim, seja cauteloso na seleção do local onde fará a sua capacitação. No exterior os cursos de ATS, com duração de 2 a 5 dias, custam mais de 1.000 euros. Além disto, o participante desembolsa um alto valor para hospedagem, transporte, e alimentação. O mesmo conteúdo que nossa equipe ministra no exterior também é oferecido nos cursos que ofertamos no Brasil.
Desde 2015 nossa equipe presta serviços de consultoria em farmacoeconomia; precificação de medicamentos; acesso ao mercado; identificação de Key Opinion Leader (KOL), atividades de Medical Science Liason (MSL); e inteligência de mercado para empresas brasileiras e estrangeiras de diversos setores da economia.
Oferecemos ainda curso de economia para engenheiros, no qual são apresentados os fundamentos da análise de demonstrações contábeis e financeiras, os principais métodos de avaliação e seleção de projetos de engenharia, métodos de apuração de custos e de análise financeira e de rentabilidade de projetos de engenharia.
Nossa equipe foi capacitada pelos melhores profissionais dos Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Portugal, Argentina, e Brasil. Somos parceiros das mais renomadas empresas de consultorias de inteligência de mercado e farmacoeconomia, sendo que algumas delas atuam em 150 países. Assim, nos nossos cursos você aprenderá os métodos de avaliação econômica utilizados globalmente com
exemplos práticos de aplicações na indústria farmacêutica e nas áreas de engenharias civil, elétrica, mecânica, etc.
Caso você tenha
interesse em conhecer mais sobre os nossos serviços, entre em contato
conosco através do email: marciaregodoy@gmail.com ou envie-nos mensagem em nossas redes sociais:
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